Depois de um dia exaustivo, a solução perfeita foi ir ao cinema e ver um filme onde as preocupações são tão grandes e superficiais como uma lâmpada em Wall Street, ver New York brilhar através dos óculos de uma personagem que se tornou real através dos anos, e que nos fez acreditar, que a vida de solteira, as desaventuras amorosas e finalmente encontrar o principe encantado, que isso tudo existe, só que ele não vem à cavalo e sim, de limosine branca......que seja assim, cada uma tem uma Carrie, agora Preston, dentro de si, uma mulher pronta pra esbaldar em estilo, chorar as suas burrices e admitir estar errada o mais rapido possivel, pois, quando tiramos o band aid rapido, sentimos menas dor, certo? Fazer as burrices não nos impede de sermos nós mesmos, só nos impede de aprender o que é realmente o correto. Carrie representa cada uma de nós, a mulher que vive as maravilhas de New York City.
