Bastardos Inglórios conta duas histórias, nos primeiros anos da ocupação alemã na França, que se cruzam em algum momento. Shosanna Dreyfus testemunha a execução da sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Shosanna consegue escapar e foge para Paris, onde muda de nome e assume a identidade de uma dona de um pequeno cinema. Em outro lugar da Europa, o tenente Aldo Raine orgazina um grupo de soldados judeus americanos para colocar em prática uma vingança. Conhecido pelos alemães como os “Os Bastardos”, o grupo de Raine junta-se à atriz alemã e agente secreta Bridget Von Hammersmark em uma missão para eliminar os líderes do Terceiro Reich. E o destino junta todos no mesmo cinema, onde Shosanna tramou um plano de vingança próprio.
Genial nem descreve. Tarantino consegue misturar música, cenas, jogadas de fotografia, áudio e humor de formas nunca antes vistas. E a velha mania de intercortar a história com pequenas narrativas sobre um ou outro personagem continua genial. Claro que não é o “anime de O-Ren” em Kill Bill, nada tão grandioso, mas com certeza são bem divertidas. Tem tudo que se espera dele em um filme. Muito humor negro, sangue, violência, história, trama, reviravoltas e o mais baixo do ser humano. Ninguém é capaz de fazer isso melhor do que ele… Ninguém!
muito tiro e sangue, mas Tarantino está longe de ser um Michael Bay de ação e efeitos. Carros não vão explodir e tiroteios não vão acontecer como em Bad Boys ou Transformers. É um filme sobre guerrilha e vingança na Segunda Guerra, ao estilo “sujo”. Mesmo sendo ligeiramente diferente do que os trailers vendiam, surpreende para melhor. É muito difícil criticar uma obra “tarantinesca” porque é difícil achar momentos que não sejam brilhantes
