Mamma Mia!

Na verdade, o longa-metragem é uma adaptação do espetáculo da Broadway, que emenda hits do grupo sueco um no outro, de forma que é a história que acompanha a música, e não o contrário, como de costume.
Ao trazer “Mamma Mia!” para o cinema, a diretora Phyllida Lloyd, que também comandou a montagem teatral, manteve essa estratégia e adicionou um elenco carismático, com a sempre excelente Meryl Streep, e um belo cenário,a paisagem paradisíaca das Ilhas Gregas.
Na trama, a jovem Sophie (Amanda Seyfried), criada pela mãe solteira Donna (Streep) numa ilha mediterrânea, está em contagem regressiva para seu casamento. Ela não tem idéia de quem é seu pai, mas descobre, por meio de um diário da mãe, que há três possibilidades: Sam (Pierce Brosnan), Bill (Stellan Skarsgard) e Harry (Colin Firth).
Na véspera da cerimônia, os três caras desembarcam na ilha, vindos das mais variadas partes do mundo. Agora, Sophie deve tentar descobrir qual deles é seu verdadeiro pai, e Donna terá a chance de reviver seu passado.

A diretora fez questão de que os próprios atores cantassem as canções, o que foi ótimo no caso de Meryl Streep e péssimo no caso de Brosnan, que paga mico. Outro problema do filme é que nem todas as letras fazem sentido no contexto da trama, mas a gente finge que não viu e canta junto.