"Bieber Fever"
Chegamos ao tão comentado (e temido) episódio com músicas do ídolo teen Justin Bieber. Para quem não gosta, como eu, provavelmente não foi um dos melhores momentos da série, mas vou tentar deixar minhas críticas pessoais ao garoto de lado, porque estamos aqui para falar de Glee.
De forma geral, o episódio foi bom e manteve o nível que encontramos desde o retorno do hiatus. Em termos de continuidade, não podemos reclamar. A série que sempre recebe críticas quanto à profundidade do roteiro está conseguindo manter vivos alguns plots e não estamos completamente à deriva no meio de canções aleatórias.
De forma geral, o episódio foi bom e manteve o nível que encontramos desde o retorno do hiatus. Em termos de continuidade, não podemos reclamar. A série que sempre recebe críticas quanto à profundidade do roteiro está conseguindo manter vivos alguns plots e não estamos completamente à deriva no meio de canções aleatórias.
Aproveitaram que Sam é uma versão de Bieber com implantes labiais e mandaram ver. Muita gente por aí acha que o episódio é uma forma de homenagem, mas eu senti mais como piada. Uma crítica bem lucrativa. Glee, como todos sabem, arrecada uma boa grana vendendo suas versões para grandes hits. À parte disso. Sue Sylvester voltou triste, mas é claro que deu a volta por cima. O melhor é que mesmo sem vontade de viver ela estava mais ácida do que nunca e preciso reproduzir aqui a fala que me fez rir alto: “Não importa o quanto depressiva eu estou, nunca vou sair com um cara de cabelo enrolado”.
Uma coisa que me impressionou foi como utilizaram bem o tempo de episódio. Muita coisa aconteceu em 43 minutos e tivemos tempo até para um momento tocante-apelativo, mostrando crianças com câncer para provar que se você acha que está na merda, há gente em pior estado. Só não entendi uma coisa: Como é que Sue passou de treinadora de cheerleaders a diretora de um Glee Club aleatório?
O retorno de espaço para Britanny, essa sim é tendência e sabe como usar polainas nos braços. Impressionante como ela ficou bárbara com as roupas de virgem de High School usadas por Rachel, que precisa mesmo se apegar à voz e a escrever a música para as Regionais, porque esse talento ninguém tira dela.
Excelente duelo de divas, que incluiu Mercedes mais uma vez. Essas duas vozes potentes quase perderam o brilho diante de toda a sensualidade de Lauren, que nos presenteou com uma platéia de meninos seminus. Parabéns para ela que conseguiu passar de coadjuvante do coadjuvante a alívio cômico da série em poucos episódios e talvez ainda tire uma casquinha de Puck.
